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Instagram para negócios: como atrair mais clientes para sua empresa

Criado pelo brasileiro Mike Krieger e o americano Kevin Systrom, o Instagram estreou na App Store em 2010 e, no mesmo dia, tornou-se o aplicativo mais baixado, chegando a 1 milhão de usuários em dezembro do mesmo ano. Hoje, o Brasil está entre os cinco países que mais usam o aplicativo. Com todo este potencial, a rede social pode e deve ser usada de forma complementar à sua estratégia de marketing de conteúdo, gerando também tráfego para o seu site. Quer conhecer um pouco mais sobre como usar o Instagram para negócios? Acompanhe as nossas dicas!

O Instagram em números

De acordo com a revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, o Instagram já atingiu 400 milhões de usuários ativos. Na pesquisa feita pelo site Viver de Blog, levantou-se que 34% do público tem entre 18 a 24 anos, e 33% entre 25 e 34 anos. Cada usuário gasta, aproximadamente, 257 minutos por mês no Instagram, e as funcionalidades do aplicativo são traduzidas em mais de 25 idiomas. Estima-se que 42% dos empresários hoje planejem usar o app em seus negócios.

Uma imagem vale mais que mil palavras

Em uma rede social onde a personagem principal é da imagem, é preciso ter um cuidado especial com a qualidade fotográfica. Se você não possui muitos conhecimentos em fotografia, conte com a consultoria de fotógrafos e profissionais capacitados. Preste atenção às proporções e aos enquadramentos da imagem, mantendo o foco no assunto principal. Atenção: a regra dos terços é valiosa na rede social, e a maioria das curtidas são dadas a fotografias que respeitam esta proporção.

Os filtros são um ótimo recurso para o tratamento de imagens, e podem ser usados tanto para dar mais vida às cores quanto para dar um tom nostálgico e mais introspectivo às fotos. Se a foto possui grande qualidade técnica, junte-se aos 42% dos usuários que optam por não usar filtros.

Hashtags e engajamento

Hashtags são palavras-chave que fazem referência a um determinado assunto. Essas hashtags viram hiperlinks e se tornam indexáveis pelos mecanismos de busca. Assim, se você clicar em uma hashtag, tem acesso a todas as fotos não-privadas em que ela foi usada. Por isso, as hashtags são vitais no Instagram, e fazem toda a diferença no grau de engajamento de uma publicação. O Instagram permite o uso de até 30 hashtags por postagem, mas tenha moderação: uma foto com muitas palavras-chave pode ficar poluída.

Segundo a TrackMaven, a frequência ideal de postagem no Instagram é de 1 a 2 posts por dia. O momento de maior interação dos usuários no Instagram é aos sábados e domingos, especialmente no domingo, de 13h às 18h.

Mesmo com todos estes números, não há regras gerais para gerar engajamento por parte de seus usuários. Boas práticas, no entanto, podem impulsionar suas ações no Instagram. Seja legal e atencioso com suas descrições! Use a busca do site e as hashtags para encontrar usuários para seguir, agradeça aos seus clientes pelas menções e, caso algum influencer cite a sua marca na rede, peça autorização para fazer um “regram” (compartilhar) da imagem. Quer verificar suas métricas e o que os seus concorrentes estão fazendo? Ferramentas como oIconosquare podem te ajudar nesta missão!

Bons exemplos de Instagram para negócios no Brasil

Em fevereiro de 2011, a jornalista Daniela Arrais e a publicitária Luiza Voll publicaram a missão “Fotografe um sorriso”, primeira do Instamission. O desafio despretensioso tinha como objetivo divulgar a empresa fundada por elas, a Contente. No entanto, percebendo o potencial de geração de resultados do Instamission, agências de publicidade logo entraram em contato com a Contente.

O primeiro cliente da dupla foi a LG, com o objetivo de divulgar a LG SmarTV. Mais de 900 usuários participaram da missão “Fotografe uma cena de filme”. Hoje, a Contente já tem no currículo as ações patrocinadas de mais de 95 marcas, sendo que uma das mais sucedidas foi a parceria com a Pedigree: aproximadamente 17mil fotos foram marcadas com a hashtag “#Instamission171”, na qual os usuários fotografaram seus amigos cães. Para cada foto postada, a Pedigree doou 175 gramas de alimentos para organizações que cuidam de cães abandonados.

Já Igor Moraes, fundados da Kings Sneakers, presenteia famosos que se identificam com os produtos de suas marca. No Instagram da Kings, Mc Guimê, Criolo, Caio Castro, Anitta, dentre outros famosos, posam ao lado das prateleiras e atraem milhares de curtidas para a marca. A presença destes influenciadores ajuda ainda na consolidação da identidade da marca, que traz uma moda típica das ruas e da cultura negra americana. Já são 532 mil seguidores no Instagram e 422.172 curtidas no Facebook — o que já indica a centralidade do “Insta” na estratégia de marketing da Kings.

Viu como o Instagram para negócios pode ser mais um recurso estratégico para divulgação de seus produtos e serviços, gerando interesse e engajamento em relação à sua marca?

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Descubra a diferença entre os sites responsivos e os sites mobile

Sites e blogs estão com dias contados para tornarem-se “mobile friendly”.

Recentemente o maior buscador do mundo, o Google, anunciou que, seus algoritmos de ranqueamento passou a priorizar sites responsivos ou com versão mobile. Isso significa, na prática, que mais do que um site otimizado com técnicas de SEO e um bom conteúdo, sua página precisará estar totalmente adaptada para os diversos dispositivos móveis para não perder posições no ranking do buscador. E para isso, existem duas soluções possíveis: tornar seu site responsivo ou criar uma versão mobile dele.

Entenda neste post o que diferencia uma opção da outra.

Sites mobiles

Responsivo ou mobile, uma coisa é certa, ambos compartilham do mesmo objetivo: oferecer ao usuário uma experiência de navegação totalmente otimizada em seus dispositivos móveis. No caso do site mobile a arquitetura da página precisa ser duplamente elaborada: além do site padrão para desktops, ele terá uma segunda versão, com design pensado para os dispositivos móveis.

A grande vantagem do site mobile é que você tem total liberdade para programar uma versão com funcionalidades e plugins específicos para beneficiar quem navega pelo celular e tablet, por exemplo. Obviamente, o conteúdo, o domínio e a identidade visual serão os mesmos, mas é possível oferecer uma experiência de navegação única e otimizada para quem acessa pelo celular. Como? Definindo estratégicamente o posicionamento do menu para smartphones (lembre-se que a área nobre da tela de um smartphone não é a mesma da tela de um desktop), por exemplo, criando botões como “Adicionar ao Carrinho” ou “Comentar” com tamanhos especiais para telas de celular, entre outros.

Por outro lado, quem opta por ter uma versão mobile de seu site estará lidando com o desafio de fazer SEO para mais de uma URL já que, neste caso, todo o conteúdo da versão mobile terá sua própria URL. Da mesma forma, a análise e acompanhamento dos resultados de audiência viaGoogle Analytics tende mais complexa já que você terá que cruzar os resultados do site padrão e da site mobile.

Para definir qual versão da página apresentar ao usuário (mobile ou padrão) o próprio site receberá uma programação de identificação automática do dispositivo de acesso e encaminhará o usuário para a versão ideal.

Sites responsivos

Ao contrário do site mobile, o responsivo terá apenas uma arquitetura e design, mas que receberá uma programação específica para se adaptar ao tamanho e à resolução da tela em que for aberta. Assim, independente do dispositivo usado para acesso, o site irá se adequar para que seja corretamente visualizado (sem que o usuário tenha que ficar acionando as barras de rolagem horizontal e dando zooms) tanto em desktops, quanto em tablets, phablets e smartphones.

Diferente do site mobile, o usuário que acessa um site responsivo verá exatamente a mesma coisa que veria se estivesse navegando via desktop. Quer entender melhor? Abra em seu computador o blog da 1line e reduza a tela para mais ou menos o mesmo tamanho da tela do seu celular. Em seguida, abra o mesmo site no seu smartphone e compare o que você vê. Como vai perceber, você irá visualizar a mesma coisa, e não precisará utilizar zoom nem acionar as barras de rolagem para ler nosso conteúdo. Se o site da 1line não fosse responsivo, você teria apenas uma miniatura da página em tela cheia.

Qual é a melhor opção?

Infelizmente não existe uma maneira de dizermos se a melhor solução para o seu canal é o site móvel ou responsivo. Cada empresa tem suas necessidades, desafios e, claro, budget disponível para isso.

A adaptação de um site pronto, tornando-o responsivo, pode ser muito interessante para quem já tem um canal no ar e não quer começar tudo do zero. Por outro lado, para quem ainda está planejando lançar um site ou blog, considerar a opção mobile é uma alternativa, então certamente vale a pena fazer um orçamento. E se você não tem certeza se o seu site já é mobile friendly, o Google te ajuda a descobrir! Acesse sua ferramenta gratuita de Teste de Compatibilidade, digite sua URL e analise os resultados.

Para uma análise ainda mais completa do seu site, a 1Line oferece outra ferramenta totalmente gratuita de diagnóstico de marketing digital! Clique aqui para conhecer!

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