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Entenda o que é mobile first e saiba usá-lo para construir seu site

O que é mobile first?

Pense no seu dia a dia. Os dispositivos móveis estão em cada momento da sua rotina, desde os primeiros minutos depois de acordar, até aquela última checada nas redes sociais antes de dormir. Não parece natural agora que o desenvolvimento web esteja tão adaptado a esta realidade? Sites responsivos e versões mobile de websites dividem a pauta quando os assuntos são as páginas online. Entenda melhor o que é mobile first, porque acreditar neste conceito e como usá-lo para construir seu site já pensando nos rumos da internet daqui para frente.

Acontece que algo sutil mudou essa visão. Agora, não devemos mais ver a internet para dispositivos móveis como uma opção, e sim como o foco principal de todas as ações online — este é basicamente o princípio do mobile first, movimento que pensa a web para dispositivos móveis, e depois para o resto.

Tendências

A tendência da internet usada em dispositivos móveis já vem se delineando há anos, impulsionada pela popularização dos smartphones e do crescimento das redes sem fio em países como o Brasil, a China e a Índia. A América do Norte, a Europa e a Ásia (principalmente Coreia do Sul e Japão) já possuem internet sem fio de alta velocidade, e nesses lugares a produção tecnológica segue um curso natural. Mas o acesso globalizado à informação coloca os países pobres e os ricos em pé de igualdade quando se fala em desenvolvimento de aplicativos mobile.

Um reflexo disso é que já se vende mais smartphones do que computadores pessoais, os PCs, desde 2010 — e a estimativa de vendas para o ano que vem é de 1 bilhão de smartphones em todo o mundo, o dobro do número de PCs. Teremos, então, dez bilhões de smartphones nas mãos de 7,3 bilhões de pessoas!  Atualmente, o tráfego vindo de smartphones corresponde a 21% da visitação de sites de e-commerce, e segue aumentando, o que significa que, em pouco tempo, o mobile também terá engolido o desktop nas vendas online.

A origem do termo mobile first

Todo este cenário gera uma evolução muito rápida das formas de comunicação móvel. Todos já sabiam da importância de sites compatíveis com a exibição em telas pequenas para a experiência do usuário e para a performance do e-commerce. E um grande ponto de virada surge quando a gigante Google divulga uma esperada atualização no seu algoritmo de indexação e ranking de sites do seu mecanismo de buscas, privilegiando páginas adequadas à navegação mobile.

Mas a origem do conceito de mobile first é bem anterior aos fatos citados acima. Em 2011, um sujeito chamado Luke Wroblewski lançou um guia técnico-estratégico para o desenvolvimento de sites e aplicativos feitos para telas portáteis chamado… Mobile First. Profissional de muito renome no ramo, Wroblewski fundou as startups Polar, adquirida pelo Google no ano passado, além da Bagcheck, que foi comprada pelo Twitter em 2011. Já trabalhou na Benchmark Capital, foi arquiteto-chefe de Design (VP) no Yahoo !, Designer de Interfaces de Usuário no eBay e Interface Designer Sênior da NCSA, empresa que concebeu o primeiro navegador de interface gráfica para a web, o célebre Mosaic. Hoje, é Diretor de Produtos no Google.

O livro disseca toda a experiência de Wroblewski em mobile experience e define alguns paradigmas para o desenvolvimento de interfaces web para usuários de tablets e smartphones, com técnicas específicas e estratégias adaptadas em anos de produção focada no mobile.

Mobile first e arquitetura da informação

Quando se fala em desenvolver projetos web com foco no usuário de smartphones, a principal mudança em relação ao desenvolvimento tradicional com foco em desktops é a arquitetura da informação. A organização e disposição das informações não priorizam a quantidade e variedade de conteúdo, e sim a melhor experiência em telas de tamanho limitado e interação com a ponta dos dedos.

Toda a estrutura de botões, menus e conteúdo deve ser pensado com essas características em mente, privilegiando o conforto e a simplicidade de navegação. Ao invés de muitas alternativas, menos opções e navegabilidade intuitiva. Este é o caminho da arquitetura da informação.

Como usar o mobile first na sua presença online

O princípio básico do mobile first é: o seu site será feito para uso em dispositivos móveis. A partir daí, é feito o desdobramento da interface para desktops, que deve ser a melhor possível, independentemente do viewport, a área útil da tela.

A alternativa, tecnicamente falando, normalmente é o site responsivo, aquele que se adapta à resolução da tela. A formatação deve privilegiar os toques dos dedos, com botões de, no mínimo, 44 pixels de lado e menus retráteis para economizar espaço e tornar o uso agradável e rápido.

Recursos como formulários e ferramentas de pagamento precisam ser simples e fáceis de  preencher, pois este tipo de ação não é tão prática quando pode ser em uma tela grande usando teclado e mouse.

Esses e muitos outros conceitos norteiam o desenvolvimento com foco no mobile, mas há aspectos que não se deve ignorar, e o principal deles é o SEO, a otimização do site para mecanismos de buscas. Mas seguir um dos preceitos divulgados pelo Google pode ser o caminho para um projeto mobile first de sucesso: pense no que é melhor para o seu usuário, o que é mais interessante e prático para ele. Os resultados vêm naturalmente.

Mobile first, mas não só no site

Neste momento, toda a sua estratégia digital deve estar focada no mobile: as ações em redes sociais, produção de conteúdo, aplicativos, veiculação de publicidade em links patrocinados e ações de vendas, tudo deve ser costurado tendo em mente que a interação se dá através dos dispositivos móveis.

Afinal de contas, mobile first não é só uma metodologia de desenvolvimento de sites, mas uma visão do que a internet já está se tornando, e o que é necessário para ter o seu lugar ao sol em um mercado cada vez mais competitivo.

O que você pensa sobre a tendência mobile first? Deixe seu comentário e conte pra gente as suas impressões sobre esse conceito e como implementá-lo no desenvolvimento de sites. Participe da conversa!

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Landing Pages: o que são e como usar?

Não, não estamos falando da pista de aterrizagem de um avião. Apesar de o nome ser parecido – “landing” é a palavra em inglês -, estamos nos referindo a um dos grandes truques atuais do marketing digital. As landing pages são a página de destino para um determinado anúncio, email ou divulgação. É como se elas fossem a “página de pouso”, onde o usuário irá cair após alguma ação.

A empresa vai usar a página para receber as visitas de um link divulgado através de uma campanha patrocinada. Desta forma, ela acaba conseguindo dados referentes ao visitante daquela promoção com maior velocidade e mais detalhada.  Na maior parte das vezes, você mal tem acesso a informações específicas do seu público. Com as páginas, o processo é facilitado.

Seu principal objetivo é o de oferecer uma página direcionada e otimizada para aquelas pessoas que estão caindo de surpresa na página. Como eu faço para construir uma boas landing pages para o meu negócio? É o que Ângulo Digital te mostra aqui.

Textos objetivos

As landing pages têm como principal meta converter o clique do público-alvo em fidelização. E ela só conseguirá alcançá-la se for realmente eficiente. Para isto, o texto deve ser muito objetivo. As informações devem estar expostas de maneira clara e organizadas.

Call to Action nas Landing Pages

Toda landing page precisa ter uma chamada para o visitante finalizar o cadastro. “Cadastre-se agora”, “compre já” e afins cumprem bem este requerimento.

Faça testes

O sucesso de uma landing pages vai depender bastante do seu público. Será que você o definiu bem antes de montar a sua página especial? Por isso, é importante realizar testes e fazer algumas operações antes de colocá-la ao ar.

A Ângulo Digital conhece as estratégias fundamentais para os seus negócios serem bem sucedidos. Quer colocar um site no ar, mas ainda não sabe como atingir aquele target? Marque uma consultoria conosco, que vamos destacar a sua companhia na internet.

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Criação de site e os principais erros cometidos

A quantidade de sites na internet é imensa, e o número de páginas aumenta a cada dia. No entanto, não basta criar um site e colocar no ar: esse é um processo que exige planejamento e atenção. Muitas pessoas acabam cometendo erros relativamente bobos, que podem ser resolvidos posteriormente sem que ninguém se machuque. Contudo, em muitos casos, alguns desses problemas podem resultar em um usuário irritado ou com dificuldades de realizar alguma ação devido a uma experiência ruim.

Por isso, listamos aqui para os principais erros ao criar um site, desde o planejamento até o seu lançamento, para que você possa evitá-los e, assim, garantir que tudo está perfeito em sua página na web!

Planejando o site

Todo site começa com seu planejamento, e é preciso tomar muito cuidado, pois os erros que aconteceram nesta etapa seguirão ao longo do projeto, se tornando uma bola de neve.

Começando errado, ou não se planejando

Não há forma pior de começar a criar um site do que sem planejamento. Todo website deve ser criado com um propósito e pensado de acordo com o seu público, garantindo sempre a melhor experiência possível para o usuário.

Contudo, visando economizar, algumas pessoas acabam criando sites simples ou que não estão alinhados ao objetivo da empresa. Com o tempo, percebem o erro que cometeram e tentam modificar a página ou adicionar novas funcionalidades, o que só piora a situação. Portanto, pense bem no objetivo do seu site e no que precisa antes de começar a desenvolvê-lo.

Não pensar na usabilidade do usuário

Diversas empresas criam seus sites pensando em si mesmas, aplicando o seu olhar a ele e se esquecem de quem realmente irá utilizá-lo. Portanto vale pensar em alguns pontos:

  • Qual caminho seu usuário percorre até encontrar o que deseja? Isso é claro para ele?
  • Com o conhecimento que ele possui, como será a navegação?
  • As informações que ele está buscando são de fácil acesso?

Lembre-se sempre de garantir que seus usuários encontrem as informações que precisam de maneira clara e intuitiva.

Não pensar Mobile

Os dispositivos móveis são uma realidade, sendo responsáveis por grande parte dos acessos da maioria das páginas da web. Por isso, é preciso considerar que quem está visitando seu site tem grandes chances de acessá-lo pelo celular ou tablet. E não ter um site responsivo fará com que ele fique totalmente desconfigurando na telinha, tornando a experiência péssima. E você viu a importância da usabilidade no tópico acima, certo?

Além disso, o Google recentemente passou a penalizar sites que não são adaptados para mobile. E certamente você quer que seu site seja bem posicionado pelo buscador, não é mesmo? Você pode conferir se seu website é ou não responsivo no próprio webmaster tools do Google.

Não se adaptar a todos os navegadores

Existem diversos navegadores disponíveis, cada um com suas peculiaridades. Mas assim como o seu site deve ser bom tanto em desktop quanto no smartphone, ele deve fornecer a mesma experiência em qualquer navegador.

Mãos à obra!

Agora você já pensou exatamente como o seu site deve ser, é hora de trazê-lo à vida! Fique atento aos possíveis erros nessa fase:

Não investir em layout

O seu site é o cartão de visitas da sua empresa, devendo passar credibilidade e confiança. Se ele ficar com cara de que foi feito por amadores, certamente você dá brechas para que o usuário pense: “Se a empresa não teve cuidado com o próprio site, qual o cuidado terá ao prestar serviços para outras pessoas?”. Portanto, pense bem ao definir os seguintes elementos:

Cores

Decida com cuidado quais serão as cores utilizadas. Destaque os textos importantes e, principalmente, os botões que o usuário deve clicar. É muito comum empresas utilizarem cores que tirem a atenção do visitando sobre o que realmente é importante para ele.

Fonte

Diversos sites não planejam bem seu conteúdo, fazendo com que sobre muito ou nenhum espaço. O que fazem então? Espremem tudo em uma página ou aumentam a fonte até cobrir a tela. O ideal é que a fonte tenha um tamanho mínimo de 10 pontos e o máximo de 14. Lembre-se que seu usuário provavelmente não possui lupa, muito menos a necessidade de ler uma frase por tela.

Descrição do Site

Outro erro bem comum é não possuir uma descrição clara da sua empresa ou do produto/serviço que você oferece. Então lembre-se de inserir todas as informações que julgar relevantes para seu público, como localização, endereço e telefones, e torne-as de fácil acesso. Além disso, essa é ótima forma de melhorar o SEO do seu site

Não pensar em SEO

Muito provavelmente, grande parte dos usuários do seu site irão encontrá-lo por meio de buscadores. Contudo, a maioria das pessoas não pensa em facilitar o processo de indexação de páginas, muito menos em otimizar o conteúdo para que seja encontrado mais facilmente.  Esse trabalho é chamado de SEO (Search Engine Optimization), que é o nome dado a uma série de práticas que visam ajudar o seu website a ranquear melhor no Google.

Baixa velocidade de carregamento do site

Hoje em dia as pessoas esperam tudo na hora, e ter um site que demora a carregar pode fazer com que elas desistam no meio do caminho. Portanto garanta que seu website está o mais leve possível e, consequentemente, mais rápido.

Texto mal escrito ou excesso de texto

Assim como o layout, um texto bem escrito e claro transmite confiança e credibilidade. Já uma página com conteúdo prolixo, erros de estrutura ou português, certamente fará o internauta pensar duas vezes antes de confiar naquela informação. Além disso, muito texto junto torna a leitura enfadonha e cansativa. Então, caso tenha grandes blocos de texto, tente quebrá-los com algumas imagens.

Músicas no site

Isso já pareceu uma boa ideia, mas a pochete também. O usuário que quiser ouvir música, certamente já estará fazendo isso antes de entrar em seu site. Além disso, o que garante que a música escolhida por você se encaixa no gosto musical dele?

Finalmente pronto

Agora seu site está pronto, seu trabalho está acabado, certo? Se respondeu que sim, saiba que acabou de cometer seu primeiro erro. E segundo a nossa lista, ainda pode cometer mais alguns, como:

Não atualizar periodicamente o conteúdo/site

As coisas no meio digital costumam mudar rapidamente, fazendo com que você precise realizar manutenções periódicas em seu webiste, seja para resolver algum bug, atualizar a versão da plataforma ou simplesmente renovar alguma informação.

Não realizar testes

Assim que seu webiste estiver pronto, sempre teste-o. Não só para saber se está tudo ok, mas também para ver o que pode ser melhorado. Grande parte das pessoas não pensa nisso, fazendo com que o site rapidamente torne-se obsoleto e todo o investimento tenha de ser feito novamente. Portanto, de tempos em tempos, se faça algumas perguntas, como:

  • O site pode ser visto em diferentes plataformas sem sofrer alterações?
  • O layout está funcional em todos os navegadores?
  • A organização do meu menu ainda é eficiente?

Além disso, você pode pedir para outras pessoas darem uma olhada. Pois, uma vez, que ficamos envolvidos com a criação do site, pode ser complicado perceber alguns erros,  que podem passar batidos.

Estes são os principais erros ao criar um site. Concorda com nossa lista ou acha que ficou algum de fora? Deixe seu comentário!

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Descubra a diferença entre os sites responsivos e os sites mobile

Sites e blogs estão com dias contados para tornarem-se “mobile friendly”.

Recentemente o maior buscador do mundo, o Google, anunciou que, seus algoritmos de ranqueamento passou a priorizar sites responsivos ou com versão mobile. Isso significa, na prática, que mais do que um site otimizado com técnicas de SEO e um bom conteúdo, sua página precisará estar totalmente adaptada para os diversos dispositivos móveis para não perder posições no ranking do buscador. E para isso, existem duas soluções possíveis: tornar seu site responsivo ou criar uma versão mobile dele.

Entenda neste post o que diferencia uma opção da outra.

Sites mobiles

Responsivo ou mobile, uma coisa é certa, ambos compartilham do mesmo objetivo: oferecer ao usuário uma experiência de navegação totalmente otimizada em seus dispositivos móveis. No caso do site mobile a arquitetura da página precisa ser duplamente elaborada: além do site padrão para desktops, ele terá uma segunda versão, com design pensado para os dispositivos móveis.

A grande vantagem do site mobile é que você tem total liberdade para programar uma versão com funcionalidades e plugins específicos para beneficiar quem navega pelo celular e tablet, por exemplo. Obviamente, o conteúdo, o domínio e a identidade visual serão os mesmos, mas é possível oferecer uma experiência de navegação única e otimizada para quem acessa pelo celular. Como? Definindo estratégicamente o posicionamento do menu para smartphones (lembre-se que a área nobre da tela de um smartphone não é a mesma da tela de um desktop), por exemplo, criando botões como “Adicionar ao Carrinho” ou “Comentar” com tamanhos especiais para telas de celular, entre outros.

Por outro lado, quem opta por ter uma versão mobile de seu site estará lidando com o desafio de fazer SEO para mais de uma URL já que, neste caso, todo o conteúdo da versão mobile terá sua própria URL. Da mesma forma, a análise e acompanhamento dos resultados de audiência viaGoogle Analytics tende mais complexa já que você terá que cruzar os resultados do site padrão e da site mobile.

Para definir qual versão da página apresentar ao usuário (mobile ou padrão) o próprio site receberá uma programação de identificação automática do dispositivo de acesso e encaminhará o usuário para a versão ideal.

Sites responsivos

Ao contrário do site mobile, o responsivo terá apenas uma arquitetura e design, mas que receberá uma programação específica para se adaptar ao tamanho e à resolução da tela em que for aberta. Assim, independente do dispositivo usado para acesso, o site irá se adequar para que seja corretamente visualizado (sem que o usuário tenha que ficar acionando as barras de rolagem horizontal e dando zooms) tanto em desktops, quanto em tablets, phablets e smartphones.

Diferente do site mobile, o usuário que acessa um site responsivo verá exatamente a mesma coisa que veria se estivesse navegando via desktop. Quer entender melhor? Abra em seu computador o blog da 1line e reduza a tela para mais ou menos o mesmo tamanho da tela do seu celular. Em seguida, abra o mesmo site no seu smartphone e compare o que você vê. Como vai perceber, você irá visualizar a mesma coisa, e não precisará utilizar zoom nem acionar as barras de rolagem para ler nosso conteúdo. Se o site da 1line não fosse responsivo, você teria apenas uma miniatura da página em tela cheia.

Qual é a melhor opção?

Infelizmente não existe uma maneira de dizermos se a melhor solução para o seu canal é o site móvel ou responsivo. Cada empresa tem suas necessidades, desafios e, claro, budget disponível para isso.

A adaptação de um site pronto, tornando-o responsivo, pode ser muito interessante para quem já tem um canal no ar e não quer começar tudo do zero. Por outro lado, para quem ainda está planejando lançar um site ou blog, considerar a opção mobile é uma alternativa, então certamente vale a pena fazer um orçamento. E se você não tem certeza se o seu site já é mobile friendly, o Google te ajuda a descobrir! Acesse sua ferramenta gratuita de Teste de Compatibilidade, digite sua URL e analise os resultados.

Para uma análise ainda mais completa do seu site, a 1Line oferece outra ferramenta totalmente gratuita de diagnóstico de marketing digital! Clique aqui para conhecer!

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